4 erros comuns ao adquirir um relógio de ponto eletrônico

A implementação de um relógio de ponto eletrônico passou a ser exigida para empresas com mais de dez funcionários a partir da publicação da Portaria 1510 do MTE.

Diante da obrigatoriedade do ponto eletrônico, muitas empresas investiram nessa tecnologia sem fazer uma análise prévia sobre o custo-benefício do equipamento e acabaram ficando com soluções obsoletas.

Ainda hoje é possível encontrar tecnologias ultrapassadas no mercado, que geram mais custos do que lucro. Por isso, listamos 4 erros comuns que você pode cometer ao adquirir um relógio de ponto eletrônico.

Fique ligado para não acabar perdendo dinheiro!

1. Falta de homologação do Ministério do Trabalho

O relógio de ponto eletrônico, também conhecido como REP (Registrador Eletrônico de Ponto) deve ser homologado por uma entidade credenciada ao Ministério do Trabalho e Emprego. Do contrário, seu equipamento não tem validade legal e a empresa pode ser autuada por não cumprir com a legislação do controle de ponto.

A homologação ocorre após extensa análise das características e funcionalidades do relógio de ponto eletrônico, a fim de garantir que ele cumpre com todos os requisitos da Portaria 1510 do MTE.

2. Equipamento que não atende as necessidades da empresa

A aquisição de um relógio de ponto eletrônico é um investimento, portanto, deve gerar retorno financeiro para a organização. Quando o equipamento comprado não atende as necessidades da empresa, você está desperdiçando dinheiro.

Nesse sentido, antes de partir para a compra do relógio de ponto, faça uma análise interna e identifique quais são as funcionalidades que sua empresa precisa que esse equipamento tenha.

Por exemplo, se você tem equipes externas de trabalho, de nada adianta ter um relógio de ponto eletrônico fixo na empresa. Seus colaboradores perderão muito tempo se deslocando até o trabalho simplesmente para fazer a marcação do ponto.

3. Aprisionamento tecnológico

É comum encontrarmos relógios de ponto eletrônico que só admitem a bobina de papel fabricada pela mesma empresa ou que só podem ser manuseados pelo próprio fornecedor. Também há aqueles que só podem ser conectados a um único sistema de ponto eletrônico.

Esse tipo de modelo de negócio é chamado de aprisionamento tecnológico ou vendor lock-in. Sua empresa se torna refém da tecnologia e o custo de troca de fornecedor se torna muito alto.

Com base nisso, evite se tornar dependente de um único fornecedor. Questione quais são as empresas que podem fazer a manutenção do equipamento e solicite uma lista de fornecedores de bobinas. Verifique ainda quais são os softwares de controle de horas trabalhadas compatíveis com a tecnologia.

4. Não exigir um SLA (Service Level Agreement)

O SLA é uma espécie de contrato entre fornecedor e cliente que estipula os direitos e obrigações de cada parte, assim como os requisitos mínimos para que se considere que o trabalho está sendo feito com qualidade.

Ele determina, por exemplo, em quanto tempo o fornecedor deve responder a um chamado de suporte técnico e quais são os reparos que estão contemplados no contrato e os que são cobrados à parte.

Ter um SLA é a garantia de que, se o fornecedor falhar na prestação de serviços, sua empresa tem como cobrar pela falha, civil ou juridicamente.

Ficar livre desses erros comuns ao adquirir um relógio de ponto eletrônico é mais fácil do que você imagina. Conheça o Tangerino, o aplicativo de controle de ponto que vai tornar seu RH mais estratégico e a sua empresa mais lucrativa!

teste grátis 14 dias