Planilha de horas trabalhadas assegura horas extras?

Uma das maneiras mais simples e práticas encontradas pelas empresas para fazer o controle de ponto de funcionários são as planilhas de horas trabalhadas.

Seja no Excel, no G Drive ou qualquer outra aplicação que permita fazer esse monitoramento, é uma opção barata e que atrai a atenção de muitos gestores. No entanto, as planilhas de horas trabalhadas oferecem alguns riscos que podem levar a empresa a ter prejuízos.

Um dos maiores riscos de fazer uso de planilhas de horas trabalhadas é o questionamento jurídico sobre a validade das horas extras anotadas (ou não) no documento.

Que tal revisar esse tema com a gente?

Por dentro da Lei

A legislação do controle de ponto prevê que empresas com mais de dez funcionários devem monitorar a jornada de trabalho de seus colaboradores.

Essa exigência é feita para que empresa e empregado tenham maior segurança no que se refere ao total de horas trabalhadas no mês, o que se reflete no pagamento de salários e benefícios.

Se a escolha da organização é pelo controle de ponto manual, feito por meio de planilhas de horas trabalhadas, é preciso desenvolver um sistema de registro seguro e inviolável, o que é praticamente impossível.

Nesse sentido, ao optar por usar uma planilha de horas trabalhadas, a empresa abre brechas para que o seu método de controle de ponto seja questionado juridicamente.

Saiba mais sobre a legislação do controle de ponto com o CEO do Tangerino:

O registro de horas extras

Uma vez que o sistema de controle de ponto da empresa seja o preenchimento de planilhas de horas trabalhadas, toda hora extra anotada no documento oficial da organização passa a valer para contabilizar o salário do trabalhador naquele mês.

Mas… e se o funcionário anota que fez horas extras sem tê-las feito? Ou, se por engano, alguém apaga as horas extras realizadas pelos colaboradores nas planilhas?

Esse tipo de situação é bastante comum e gera uma série de problemas para o departamento de RH, começando pelo pagamento equivocado dos salários. Percebendo que a empresa não faz um controle de ponto eficiente, o funcionário pode questionar as horas pagas na justiça, exigindo indenizações.

As consequências de um controle de ponto ineficiente

Funcionários descontentes e inseguros com relação ao controle de ponto é apenas o início do problema causado pelo uso de planilhas de horas trabalhadas.

Erros na folha de pagamento colocam em xeque a credibilidade do RH e geram multas, aumentando os custos de gestão de pessoas. Além disso, os processos trabalhistas consomem tempo e recursos preciosos para qualquer organização.

Como contornar o problema?

A justificativa para usar planilhas de horas trabalhadas são os altos custos de um software de controle de ponto eletrônico? Pois bem, essa desculpa não existe mais!

Aplicativos de controle de ponto digital como o Tangerino permitem a qualquer empresa fazer o monitoramento da jornada de trabalho de forma simples e eficaz. E o melhor de tudo: a preços bem atrativos.

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