4 ideias para adaptar a comunicação interna na volta ao trabalho presencial

Colocar em prática um plano de comunicação interna adaptado a flexibilização da jornada e retorno ao trabalho presencial é um desafio. Mas, com adaptações é possível criar uma estratégia que funcione.

Entre as várias lições aprendidas durante este ano, certamente uma das mais importantes é: não existe estratégia à prova de bala ou melhor: não existe estratégia à prova de pandemias.

Assim, nenhuma empresa fugiu da necessidade de adaptar ou revisar seu plano de comunicação interna para o ano, afinal, ninguém quer agir de forma alienada ou fora de contexto em um tempo onde empatia é a regra do jogo. 

Porém, com a retomada gradativa ao trabalho presencial, a prioridade do time de comunicação é colocar em prática um plano de comunicação interna adaptado à essa nova realidade.

A boa notícia é que, apesar do novo contexto, nem todas as tendências de 2020 se perderam. Com algumas adaptações é possível criar uma estratégia de comunicação interna que funcione.

Então, neste post oferecido pela SimbioX, vamos te mostrar 4 ideias  relevantes para serem incluídas na comunicação interna da sua empresa na volta ao trabalho presencial.

Continue a leitura, pois você não vai encontrar facilmente essas dicas em outro lugar, hein?  

comunicação interna

1. Comunicação sensorial 

Comunicação sensorial é um conceito derivado do marketing e consiste em criar e compartilhar um conteúdo que explore os cinco sentidos humanos.

Por exemplo: quando transformo um comunicado interno em vídeo ou áudio, posso transmitir essa mesma mensagem de forma visual e auditiva. 

Mas, como isso pode ajudar a melhorar minha comunicação interna?

Ao explorar outros sentidos na sua comunicação interna, você ajuda a melhorar a experiência de seu colaborador ao consumir informações da sua empresa 一 especialmente quando o contato presencial é limitado.

Por exemplo, existem pessoas que costumam utilizar mais vídeos do que textos quando precisam conferir uma notícia. Não por acaso, segundo uma pesquisa da WordStream, os usuários retêm até 95% das informações em vídeos e apenas 10% em textos. 

Não é difícil chegar nessa mesma conclusão, olhando para o seu dia a dia: já precisou ler algum livro obrigatório na escola ou faculdade e foi primeiro a ver se tinha a mesma versão em filme?

Pois é, talvez você não, mas com certeza deve conhecer alguém que já fez.

Por outro lado, a experiência de utilizar áudio para passar uma mensagem também pode ser benéfica para sua comunicação interna, visto que ela possibilita ao colaborador consumir uma informação mesmo se estiver executando outras atividades.

Atualmente o formato mais usado são podcasts, mas é possível explorar outros canais de comunicação como Microsoft Teams ou Whatsapp.

A audição e visão não são os únicos sentidos que você pode usar na sua comunicação interna. A Disney, por exemplo, explora um terceiro sentido dentro dos parques da Disney World para os frequentadores se sentirem dentro de um filme.

O cheiro de pipoca do parque.

Comunicação sensorial
Figura 1 Fonte: dojeitoquebrasileirogosta.com.br

Quem passa pelos parques da empresa, pode pensar que este cheiro vem direto dos carros de pipocas espalhados no parque. Mas, na verdade, este cheiro é especialmente preparado e distribuído nos dutos de ar para que, onde você estiver, sinta-se como estivesse assistindo a um filme. Genial, né?

2. Marketing de Conteúdo

Não é preciso ser um especialista para saber que mensagens personalizadas costumam atrair mais a atenção do seu público do que mensagens genéricas. Afinal, ninguém quer ser bombardeado de informações que não fazem parte do nosso grupo de interesse.

É nesse sentido que o conceito de Marketing de Conteúdo pode te ajudar no planejamento de comunicação interna. Assa estratégia é uma forma de atrair, reter e se relacionar com pessoas através da produção de conteúdos relevantes e personalizados.

Relevante, neste caso, trata-se de informações que podem ajudar seu público a resolver problemas e aprender uma coisa nova, entre outras coisas.

eBook: Guia Prático sobre Comunicação Interna

Por exemplo, você pode investir em conteúdos para ajudar os colaboradores a se adaptarem  para o home office ou como amenizar a ansiedade durante a pandemia.

Agora, para criar conteúdos personalizados é preciso conhecer bem os interesses, gostos e perfil dos seus colaboradores. Felizmente, para comunicação interna é possível extrair esses dados das avaliações anuais, pesquisas de clima, e-NPS entre outros. 

Dessa forma, ao saber que boa parte dos funcionários gostariam de contar com benefícios como acesso a cursos online, além de disponizá-lo também é possível criar conteúdo para ajudar os colaboradores a aproveitarem melhor o benefício. 

Dica extra: 

Como nem todas as empresas possuem um time dedicado a comunicação interna, tente utilizar os próprios colaboradores para criar conteúdos para seu canal de comunicação. Eles podem recomendar livros, cursos e até compartilhar dicas de produtividade que aprenderam durante a quarentena. 

3. Chatbot para automação da comunicação interna 

O contato humano sempre será a melhor forma de se conectar com seu público interno. Mas, como você sabe, o principal cuidado para evitar o contágio da Covid-19 é evitar o contato social. 

Então, como responder às perguntas diárias dos seus colaboradores que só aumentaram durante a quarentena?

O chatbot pode ser uma solução. Segundo o portal Mobile Time, o uso deste tipo de tecnologia cresceu até 200% durante a pandemia

Isso porque você pode programar o chatbot para responder às principais dúvidas do seu colaborador em tempo real, por exemplo:

Quanto tempo o seu RH ou setor de comunicação gastaria para responder a cada uma dessas perguntas remotamente? Provavelmente um tempo que poderia ser reaproveitado com a automatização dessas respostas.

É nesta hora que o chatbot otimiza o tempo do seu time de comunicação. Chatbots podem responder às dúvidas mais recorrentes dos colaboradores, funcionando assim como um primeiro nível de contato. 

Além do mais, caso o chabot não consiga responder uma pergunta do colaborador, é possível direcioná-lo para um atendimento humano. 

4. Gamificação 

Seja em jogos antigos da década de 70 ou nos atuais com gráficos que beiram à realidade, a lógica de dar recompensas por fases vencidas é uma marca registrada dos videogames. 

Isso funciona, pois as recompensas estimulam a sensação de prazer no cérebro por meio da liberação de dopamina. Quanto maior o nível do desafio, maior é o prazer gerado. Isso naturalmente nos atrai a tentar buscar os melhores resultados nos jogos.

Fora dos games, essa lógica já é bastante utilizada em processos de aprendizagem e está presente em aplicativos de aprendizagem como o Duolingo. Ao fazer login ou concluir etapas do aprendizado, você recebe pontos e certificados como recompensa.

Como aplicar a gamificação na comunicação interna?

Crie um sistema de pontos com troca por recompensas. Assim, o colaborador pode resgatar  presentes de acordo com o número de pontos que possui, como caneca personalizada, voucher do iFood, livros ou vale curso online.

A gamificação é uma estratégia que pode ser realizada com poucos recursos, basta uma planilha para controlar a pontuação e planejar uma forma dos colaboradores compartilharem os registros das atividades cumpridas. 

Por exemplo, o colaborador pode ganhar pontos por contribuir com ideias para gestão do trabalho remoto, por realizar exercícios em casa ou participar de palestras por videochamada.

O que achou dessas dicas? A SimbioX engaja diariamente mais de 20 mil colaboradores através de plataformas de comunicação interna.

Se quiser saber como elevar o nível de comunicação interna da sua empresa presencial ou remotamente, entre em contato e faça uma consultoria grátis!

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