Faça a compensação de banco de horas sem prejudicar a equipe!

Entre as mudanças da reforma trabalhista que mais agradaram aos empresários está a facilidade de fazer a compensação de banco de horas sem burocracia. Além de proporcionar economia dentro das organizações, esse recurso também permite uma gestão de equipes estratégica.

Quer saber como organizar a compensação de banco de horas na sua empresa? Siga com a leitura!

Como fazer o controle de horas da equipe?

Para que ninguém seja prejudicado no momento de fazer a compensação do banco de horas, é fundamental ter um sistema confiável para calcular a folha de ponto. O ideal é automatizar o banco de horas, para que não ocorram erros e para que o gestor possa visualizar o saldo de cada colaborador a qualquer momento.

Atualmente, existem sistemas que calculam o saldo do banco de horas a partir do registro de ponto. Essa é a forma mais segura de gerenciar horários, tanto para proteger-se contra erros do departamento pessoal quanto para ter respaldo jurídico em relação ao pagamento de horas extras.

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Lembramos que a legislação trabalhista permite apenas 2 horas extras de trabalho por dia, totalizando até 10 horas. Sempre que o turno de trabalho ultrapassa 6 horas diárias, o funcionário tem direito a um intervalo.

Por que planejar a compensação de banco de horas?

Ao adotar o banco de horas automatizado, fica mais fácil planejar a escala de trabalho da equipe. O motivo é que, ao visualizar o saldo de horas em tempo real, o gestor consegue remanejar os funcionários ao longo do mês, para que no final estejam com bancos de horas semelhantes. Sem essa facilidade, é possível que um funcionário trabalhe muito mais do que outro.

Além disso, acompanhar diariamente os horários da equipe é uma maneira de obter indicadores do desempenho de cada um. Isso permite otimizar processos internos, rever o horário de funcionamento da empresa e providenciar trocas e substituições com rapidez.

Em estabelecimentos com grande demanda em dias da semana específicos, como restaurantes, por exemplo, é ainda mais importante planejar a compensação do banco de horas com antecedência. Sem planejamento, é fácil perder-se no controle de ponto e ter funcionários com uma quantidade muito alta de horas extras e dificuldade para compensação futura.

Existe um prazo máximo para a compensação de banco de horas?

Sim, as horas extras têm o prazo máximo de um ano para serem compensadas pelo funcionário. Ao final desse prazo, devem ser adicionadas na hora de calcular a folha de pagamento, seja para remuneração adicional ou para desconto, no caso do banco de horas negativas.

Há empresas nas quais o prazo é menor, mas deve existir um acordo individual sobre o assunto. Nesses casos, o prazo pode ser de um mês ou de 6 meses.

Todos os funcionários podem fazer compensação de banco de horas?

A compensação de banco de horas é prevista na convenção coletiva de trabalho da organização ou acordada individualmente com os colaboradores. Embora a legislação permita o acordo tácito (não formalmente expresso), o ideal é documentar o consentimento do funcionário, prevenindo-se contra possíveis problemas trabalhistas.

Quem ocupa um cargo de confiança não tem a necessidade de fazer a compensação do banco de horas. Entende-se que os cargos de confiança não têm horários rígidos, tendo autonomia para definir sua rotina. Entretanto, para ser considerado um “cargo de confiança” não basta ter o título, é preciso também ter uma gratificação de 40% sobre o salário, registrada na carteira de trabalho.

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